quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Pra Espantar o Mau-olhado

Lá no livro de Números 23:6-10 está escrito assim:

“Balaque me trouxe de Arã para cá, o rei de Moabe desde as montanhas orientais. ‘Vá, amaldiçoe Israel por mim, vá condene Israel. ’ Como poderia eu condenar a quem Deus não amaldiçoou? Como poderia eu condenar a quem o Eterno não condenou? Dos cumes rochosos, eu os vejo; do topo dos montes, eu os avisto. Vejam! Um povo que acampa separado e se considera marginalizado entre as nações. Mas quem poderia contar o pó de Israel ou fazer censo da nuvem de pó que é Israel? Quero morrer como esses justos! Quero um fim igual ao deles! ”.

A situação acima descreve a fala de Balaão que era uma espécie de profeta e foi chamado por Balaque que percebeu o numeroso povo de Israel se aproximando das suas terras e por isso temeu. Balaque ofereceu uma grande quantia de dinheiro para Balaão amaldiçoar aquele povo, lançar uma praga sobre aquelas pessoas para que assim Balaque pudesse ter tranquilidade diante daquele mar de gente.
A bíblia em diversas ocasiões comprova o poder das palavras pronunciadas pelo homem e que a nossa boca não pode ser uma fonte de águas doces (uma fonte de bênçãos) e de águas amargas (fonte de maldições) por isso devemos nos policiar acerca do que falamos de nós e do que falamos dos outros.
Outro fato interessante é que algumas vezes no Antigo Testamento, quando o patriarca da família estava perto de morrer, este se reunia com os filhos e os abençoava antes de partir e a bênção não se limitava a um “Deus te abençoe, meu filho”, a bênção era detalhada, indicando que o pai tinha fé que as palavras pronunciadas acerca de seus filhos realmente iriam ocorrer. Para exemplificar quando Jacó estava perto de morrer, este abençoou os filhos de seu filho José como se fossem seus filhos e como resultado eles aparecem no livro de Apocalipse como nações que se originaram de Jacó.
Hoje em dia as pessoas ainda têm medo de maldições, de mau-olhado e recorrem a amuletos ou rezas que livram dessas maldições... Vejamos o exemplo do povo de Israel que estava prestes a receber uma maldição, no entanto recebeu foi uma bênção. E qual seria o diferencial desse povo em relação a qualquer outro povo? Simples, eles tinham Deus. Mesmo errando, tropeçando e sofrendo as consequências aquele povo sempre voltava para o direcionamento de Deus e por isso eram protegidos de toda maldição.
Antes de ir embora, Balaão proferiu mais algumas bênçãos, entre elas em Números 24:3-9 está escrito assim:

“Decreto de Balaão, filho de Beor, sim, decreto de um homem com visão clara. Decreto de um homem que ouve Deus falar, que vê o que o Deus Forte lhe mostra. Que cai sobre seu rosto em adoração, que vê o que realmente acontece.
Como são belas as suas casas, ó Israel! Como vales que se estendem na imensidão, como jardins plantados junto aos rios, como aloés plantados pelo Eterno, o jardineiro, como cedros junto às águas, seus reservatórios de água transbordarão, sua semente espalhará vida por todos os lados. Seu rei suplantará Agague e sai laia, seu reino será soberano e, majestoso. Deus os trouxe do Egito, esbravejando como um boi selvagem, devorando os inimigos como pedaços de carne, esmagando seus ossos, arrancando suas flechas. Israel rasteja como um leão que dormita: o rei das feras – quem ousa a perturbá-lo? Todo aquele que abençoa você é abençoado, todo aquele que amaldiçoa você é amaldiçoado”.


Está bom ou quer mais? Só em Jesus poderemos ter o melhor da vida e ser verdadeiramente livre de toda sorte de maldições que atormentam a vida daqueles que a Ele ainda não se entregaram.

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