Lá no livro de Números 23:6-10 está escrito assim:
“Balaque me trouxe de
Arã para cá, o rei de Moabe desde as montanhas orientais. ‘Vá, amaldiçoe Israel
por mim, vá condene Israel. ’ Como poderia eu condenar a quem Deus não
amaldiçoou? Como poderia eu condenar a quem o Eterno não condenou? Dos cumes
rochosos, eu os vejo; do topo dos montes, eu os avisto. Vejam! Um povo que
acampa separado e se considera marginalizado entre as nações. Mas quem poderia
contar o pó de Israel ou fazer censo da nuvem de pó que é Israel? Quero morrer
como esses justos! Quero um fim igual ao deles! ”.
A situação acima descreve a fala de Balaão que era uma
espécie de profeta e foi chamado por Balaque que percebeu o numeroso povo de
Israel se aproximando das suas terras e por isso temeu. Balaque ofereceu uma
grande quantia de dinheiro para Balaão amaldiçoar aquele povo, lançar uma praga
sobre aquelas pessoas para que assim Balaque pudesse ter tranquilidade diante
daquele mar de gente.
A bíblia em diversas ocasiões comprova o poder das palavras
pronunciadas pelo homem e que a nossa boca não pode ser uma fonte de águas doces
(uma fonte de bênçãos) e de águas amargas (fonte de maldições) por isso devemos
nos policiar acerca do que falamos de nós e do que falamos dos outros.
Outro fato interessante é que algumas vezes no Antigo
Testamento, quando o patriarca da família estava perto de morrer, este se
reunia com os filhos e os abençoava antes de partir e a bênção não se limitava
a um “Deus te abençoe, meu filho”, a bênção era detalhada, indicando que o pai
tinha fé que as palavras pronunciadas acerca de seus filhos realmente iriam
ocorrer. Para exemplificar quando Jacó estava perto de morrer, este abençoou os
filhos de seu filho José como se fossem seus filhos e como resultado eles
aparecem no livro de Apocalipse como nações que se originaram de Jacó.
Hoje em dia as pessoas ainda têm medo de maldições, de
mau-olhado e recorrem a amuletos ou rezas que livram dessas maldições...
Vejamos o exemplo do povo de Israel que estava prestes a receber uma maldição,
no entanto recebeu foi uma bênção. E qual seria o diferencial desse povo em
relação a qualquer outro povo? Simples, eles tinham Deus. Mesmo errando,
tropeçando e sofrendo as consequências aquele povo sempre voltava para o
direcionamento de Deus e por isso eram protegidos de toda maldição.
Antes de ir embora, Balaão proferiu mais algumas bênçãos,
entre elas em Números 24:3-9 está escrito assim:
“Decreto de Balaão,
filho de Beor, sim, decreto de um homem com visão clara. Decreto de um homem
que ouve Deus falar, que vê o que o Deus Forte lhe mostra. Que cai sobre seu
rosto em adoração, que vê o que realmente acontece.
Como são belas as suas
casas, ó Israel! Como vales que se estendem na imensidão, como jardins
plantados junto aos rios, como aloés plantados pelo Eterno, o jardineiro, como
cedros junto às águas, seus reservatórios de água transbordarão, sua semente
espalhará vida por todos os lados. Seu rei suplantará Agague e sai laia, seu
reino será soberano e, majestoso. Deus os trouxe do Egito, esbravejando como um
boi selvagem, devorando os inimigos como pedaços de carne, esmagando seus ossos,
arrancando suas flechas. Israel rasteja como um leão que dormita: o rei das
feras – quem ousa a perturbá-lo? Todo aquele que abençoa você é abençoado, todo
aquele que amaldiçoa você é amaldiçoado”.
Está bom ou quer mais? Só em Jesus poderemos ter o melhor da
vida e ser verdadeiramente livre de toda sorte de maldições que atormentam a
vida daqueles que a Ele ainda não se entregaram.
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